Da redação
O deputado Alberto Fraga (PL-DF), líder da bancada da bala no Congresso, afirmou que não guarda mágoas do ex-presidente Jair Bolsonaro, de quem se afastou durante o governo, na época da pandemia. Segundo Fraga, apesar do distanciamento, ambos mantêm amizade até hoje.
O parlamentar declarou que considera um “livramento” não ter assumido o Ministério da Segurança Pública durante a gestão de Bolsonaro. “Se eu fosse ministro da Justiça ou da Segurança Pública, estaria preso até hoje, que nem o Anderson Torres, por causa do 8 de Janeiro. Eu me livrei de uma boa”, disse Fraga.
Fraga também defendeu Bolsonaro, dizendo considerar “uma estupidez chamar aquilo de golpe”. Na avaliação do deputado, “não existe golpe de Estado sem a presença das Forças Armadas”. Ele afirmou que “a história vai desmentir tudo isso”.
O nome de Alberto Fraga apareceu como cotado para chefiar a Segurança Pública após secretários estaduais sugerirem o desmembramento do Ministério da Justiça. A indicação, porém, foi barrada por Sérgio Moro, então ministro da Justiça, que havia exigido a unificação das áreas e se opôs à mudança. Fraga comentou sobre o ex-ministro: “O Sérgio Moro deu um piti, e deu no que deu. Eu falei que ele estava parecendo um menino buchudo.”




