Da redação
Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, afirmou que sua campanha é alvo de “boataria” do PT, após encontro com lideranças políticas em um clube na Ilha do Itanhangá, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo Flávio, circulam “discursos mentirosos” sobre o fim do Bolsa Família e propostas sociais de sua candidatura.
O candidato declarou: “Não existe isso de acabar com o Bolsa Família. Eu vou garantir o Bolsa Família para quem precisa. Vou garantir que o Estado chegue até você com capacitação e com qualificação. Vou fazer o maior programa de mobilidade social que este Brasil já viu.” Bolsonaro afirmou que pretende “tirar o pobre da pobreza” por meio do trabalho, formação profissional, acesso a crédito e atenção especial para mulheres empreendedoras, ressaltando que “a Caixa Econômica Federal vai ser o Banco da Prosperidade, vai ser o Itaú da favela, vai ser o Bradesco da periferia”.
Flávio criticou o governo federal, acusando-o de injetar grandes volumes de recursos na economia por razões eleitorais. “O atual governo está fazendo isso: está injetando mais R$ 350 bilhões na economia só para tentar se reeleger. A consequência disso é inflação, comida mais cara e um salário que não dura até o dia 20”, afirmou o candidato.
O presidenciável também disse que, se eleito, atuará de forma alinhada com o futuro governador do Rio, Douglas Ruas (PL), especialmente no combate a organizações criminosas, defendendo uma postura de “guerra” ao narcotráfico. O Tribunal Superior Eleitoral manteve a rejeição da candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos), e o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro deve recalcular os votos, o que deve oficializar Ruas com mais de 50% dos votos válidos como governador eleito.




