Da redação
O dólar comercial fechou em queda de 0,78%, cotado a R$ 4,985, pela segunda sessão seguida abaixo de R$ 5, enquanto o Ibovespa encerrou o pregão aos 209.066,90 pontos, atingindo novo recorde histórico de fechamento. O petróleo Brent avançou 0,42% e manteve-se acima de US$ 100 por barril, conforme dados dos mercados financeiro e internacional.
A moeda estadunidense acumulou desvalorização de 4,44% na semana seguinte ao primeiro turno das eleições. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,82% em setembro. Em 12 meses, a inflação acumulada chegou a 4,58%. O mercado acompanha ainda a valorização das moedas de países emergentes e as expectativas dos investidores sobre o cenário político brasileiro.
O principal índice da Bolsa brasileira registrou alta de 1,38% na sessão, impulsionado pelo fluxo para ações nacionais. Na semana, o Ibovespa avançou 8,82%. Nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York fecharam em alta, com o S&P 500 subindo 0,60%, em meio à expectativa dos investidores com resultados corporativos e próximos dados de inflação.
Os contratos de petróleo foram influenciados por receios quanto à oferta global diante do conflito no Oriente Médio e incidentes em rotas de transporte. Além disso, o furacão Isaias levou produtores a interromper parte da extração no Golfo do México. O petróleo Brent fechou a US$ 104,72 por barril e acumulou valorização semanal de 2,41%, enquanto o WTI, referência nos Estados Unidos, encerrou cotado a US$ 91,85, com alta semanal de 0,81%.




