Da redação
O naufrágio do navio GFS Prife, registrado em Singapura, chamou a atenção no Estreito de Ormuz após um incêndio a bordo, conforme informou a Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica. O incidente provocou a queda de centenas de caixas de iPhones e perfumes ao mar e gerou imagens amplamente compartilhadas nas redes sociais.
Segundo o jornal britânico The Telegraph, a embarcação teria sido desviada para uma rota “não autorizada e perigosa” e atingiu uma mina marítima. Como consequência, mais de 2,5 mil contêineres afundaram no local, deixando a carga à deriva. Todos os 21 tripulantes foram resgatados sem ferimentos, de acordo com as autoridades.
O Estreito de Ormuz é reconhecido por sua importância estratégica, já que por ele escoa aproximadamente um quinto da produção global de petróleo. A região frequentemente se torna foco de tensões militares entre Estados Unidos e Irã, mas o naufrágio do GFS Prife atraiu atenção internacional por motivos distintos desta vez.
O GFS Prife foi o segundo navio a afundar em 24 horas na região, mas apenas o terceiro desde o início do conflito entre Estados Unidos e Irã. A Marinha da Guarda Revolucionária Islâmica não informou se outras embarcações tiveram a rota alterada por questões de segurança.




