Da redação
No Dia Nacional da Vacinação, celebrado neste sábado (17/10), a vacinação foi destacada como a principal estratégia para estimular a produção de anticorpos em cães e gatos, protegendo-os contra vírus e bactérias. Segundo o veterinário Adalberto Von Ancken, a imunização inicial deve ocorrer entre 45 e 60 dias de vida, com reforços que garantem uma resposta imunológica eficaz e saúde para os animais de estimação.
De acordo com Von Ancken, a avaliação veterinária prévia é fundamental antes de cada dose para assegurar a saúde dos pets e evitar complicações. No caso dos gatos, a vacinação protege contra vírus como a Leucemia Felina (FeLV) e é iniciada entre 45 e 60 dias de idade, com reforço após 28 dias e, em alguns casos, uma terceira dose acompanhada da antirrábica. O veterinário ressalta que, antes da aplicação da vacina V5, é necessário testar a FeLV, pois felinos portadores podem ter agravamento da doença.
Para cães, as vacinas V8 e V10 previnem doenças como cinomose, hepatite e parvovirose, enquanto nos gatos a V4 protege contra herpesvírus, calicivírus, panleucopenia e clamídia; a V5 inclui ainda a leucemia felina. Conforme Von Ancken, reações leves como sonolência e dor no local são esperadas. Caso haja atraso no reforço anual, não é preciso reiniciar o protocolo, sendo suficiente aplicar a dose pendente.
Manter a vacinação em dia previne zoonoses como raiva, leptospirose e giardíase, protegendo também a saúde humana. O veterinário orienta que não se deve vacinar animais com sintomas como febre, para evitar riscos à vida do pet. Além disso, não há proteção vacinal absoluta, sendo necessário evitar ambientes com animais doentes.




