Da redação
Renan Santos, candidato do Missão à Presidência, atribuiu parte do desempenho no primeiro turno à suspensão de seus perfis pelo ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Toffoli me matou ali”, disse ao Política em Minutos, parceria do PlatôBR com a LeoDias TV.
Santos terminou a disputa em quarto lugar, com 2,24% dos votos, após aparecer em terceiro nas pesquisas de intenção de voto, com 4%. A decisão também suspendeu a propaganda eleitoral nas redes, os repasses do Fundo Eleitoral e a participação dele em debates.
Toffoli justificou a decisão dizendo que a lista de perfis da campanha chegou à Justiça Eleitoral 12 dias após o pedido de registro da candidatura. YouTube, Instagram e Facebook retiraram as contas do ar; no dia seguinte, o ministro liberou a propaganda eleitoral da chapa.
Santos criticou regras do TSE: “As regras do TSE também mataram. A campanha não tem dinheiro”. A campanha custou entre R$ 1,2 milhão e R$ 1,3 milhão; os deputados federais eleitos Lucas Pavanato (PL-SP) e Erika Hilton (PSOL-SP) gastaram mais de R$ 3 milhões cada.




