Da redação
O secretário-geral da ONU, António Guterres, abordou protestos em diferentes regiões do mundo e relacionou a mobilização à crise do custo de vida. À ONU News, disse que cidadãos comuns fazem suas vozes serem ouvidas diante da alta de preços.
Os protestos refletem a alta dos preços de alimentos, combustíveis e outros itens básicos, além dos juros, que subiram para pessoas e países. Na França, houve ao menos duas mortes, mais de 2 mil prisões, saques e toques de recolher locais.
Em Lisboa, Portugal, Madri e outros centros da Espanha, dezenas de milhares protestaram contra a crise habitacional. Em Milão e Bolonha, manifestações se desordenaram, e a polícia usou gás lacrimogêneo e canhões de água; na Albânia, confrontos violentos levaram policiais a disparar balas de borracha.
Guerras no Oriente Médio, na Ucrânia e no Sudão põem civis e estruturas como hospitais e escolas na linha de fogo. Guterres pediu proteção aos civis, espaço para a diplomacia e ações contra desigualdades que obrigam milhões a escolher entre comida e aquecimento.



