Da redação
A campanha de Flávio Bolsonaro pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) medidas contra o canal “Exército do Lula”, criado pelo deputado André Janones (Rede-MG). O presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, deu à Meta 24 horas, até sexta-feira (23), para examiná-lo.
A campanha do PL alega que o canal, com mais de 8,5 milhões de inscritos, promove desinformação, abuso de poder político e econômico e manipulação algorítmica de buscas. A Meta deve explicar como distingue “mobilização legítima” de “comportamento coordenado potencialmente irregular”.
Marques também determinou a verificação de engajamento, distribuição, sincronização de atividades, rastreabilidade e eventual impulsionamento pago. Embora tenha atendido a pedido da advogada de Flávio, Maria Claudia Bucchianeri, o presidente não é o juiz natural do caso, atribuído ao corregedor-geral eleitoral Ricardo Villas Bôas Cueva.
Janones orienta diariamente os “soldados de Lula” até domingo (25). A defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz que o deputado custeia o canal, não a campanha. A campanha petista pediu desvinculação e chamou de “armadilha” a condição para reativá-lo após suspensão.



