Início Goiás Padrasto é preso suspeito de agredir criança de 3 anos em Goiás

Padrasto é preso suspeito de agredir criança de 3 anos em Goiás

Por Alex Blau Blau

Pai encontrou marcas pelo corpo do filho, procurou as autoridades e denunciou o caso; suspeito teria admitido as agressões durante abordagem policial

Um homem foi preso suspeito de agredir o enteado de apenas 3 anos no município de Minaçu, no norte de Goiás. O caso foi descoberto depois que o pai da criança percebeu diversas marcas pelo corpo do filho e decidiu procurar as autoridades para denunciar a situação.

Segundo a Polícia Civil de Goiás, a criança teria apontado o padrasto como responsável pelas agressões. Diante do relato e dos sinais encontrados, o pai buscou inicialmente o Conselho Tutelar e, posteriormente, registrou uma ocorrência policial.

Durante o atendimento na delegacia, o homem apresentou fotografias das marcas identificadas no corpo do menino. As imagens foram encaminhadas para auxiliar na apuração dos fatos.

A criança também passou por avaliação médica, que constatou a existência de lesões corporais, reforçando a necessidade de investigação sobre as circunstâncias em que os ferimentos ocorreram.

Com as informações reunidas, equipes da Polícia Civil realizaram diligências no endereço dos envolvidos para localizar o suspeito e esclarecer o episódio.

Durante a abordagem, o padrasto teria confessado as agressões, conforme informações divulgadas pela corporação. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais.

Além da suspeita de violência contra a criança, os policiais encontraram uma pequena quantidade de material com características semelhantes às de substâncias entorpecentes.

De acordo com a Polícia Civil, o material foi indicado pela esposa do suspeito durante a ocorrência. A substância foi apreendida para os procedimentos de investigação.

O episódio mobilizou os órgãos de proteção à infância, especialmente diante da pouca idade da vítima e da necessidade de garantir sua integridade física e emocional.

A investigação deverá esclarecer as circunstâncias das agressões, verificar se houve outros episódios de violência e definir as responsabilidades legais do suspeito.

O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil de Goiás. A identidade da criança foi preservada em razão de sua idade e da necessidade de proteção da vítima.