Da redação
Mais de 220 mil crianças foram libertadas de grupos armados e incluídas em iniciativas de proteção infantil em três décadas, com apoio de representantes especiais da Organização das Nações Unidas (ONU) à assinatura de mais de 40 planos de ação com movimentos em conflitos.
Vanessa Frazier, representante especial para Crianças e Conflitos Armados, disse que o sucesso exige libertar crianças, levá-las à escola e punir responsáveis por violações. Frazier resumiu: “crianças que recebem uma segunda chance na vida, famílias reunidas e comunidades que começam um processo de cura”.
Na República Democrática do Congo, um plano de ação ajudou a estabelecer medidas para acabar com o recrutamento e o uso de crianças pelas Forças Armadas. Na Colômbia, programa nacional apoia milhares de crianças que deixam grupos armados e reconstroem a vida em comunidades civis.
Em 2005, o Conselho de Segurança criou grupo de trabalho e mecanismos de monitoramento, além do relatório do secretário-geral. O mandato completa 30 anos em 2026; criado pela resolução 51/77, surgiu após estudo de Graça Machel, nomeada perita independente em 1994 por Boutros Boutros-Ghali.



