Da redação
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou, em publicação do Ministério da Saúde feita no sábado (31), que o Brasil não vive surto de mpox como o de 2022, após o Rio de Janeiro registrar 74 casos entre setembro e outubro.
A pasta mantém vigilância com estados e municípios, e o Sistema Único de Saúde (SUS) está preparado para diagnosticar, tratar e monitorar casos. A remessa de vacinas ao Rio foi ampliada para controlar registros e preparar atendimento às concentrações de fim de ano.
O país registrou 665 casos neste ano, número que Padilha classificou como “bem diferente do surto enfrentado em 2022”, quando quase 11 mil pessoas foram infectadas, 1.527% a mais.
A vacina não integra a rotina do Programa Nacional de Imunizações; é indicada a profissionais de laboratório que trabalham com o vírus, pessoas com HIV e imunossupressão e contatos diretos de médio ou alto risco com casos suspeitos ou confirmados. Mpox é doença viral.



