Da redação
A defesa do senador Flávio Bolsonaro recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para revogar medidas impostas pelo ministro Alexandre de Moraes no processo que investiga o advogado Willer Tomaz, alegando falta de imparcialidade.
Os advogados pedem a devolução dos passaportes do parlamentar, o fim da proibição de contato com Tomaz e o afastamento de Moraes da relatoria do caso no Supremo Tribunal Federal.
Entre os argumentos do recurso está a resposta do Banco Santander ao STF: Flávio Bolsonaro não era sócio, titular ou usuário de contas das empresas Alcazar Holding Unipessoal, Alcazar Holding Ltda. e Alcazar Global.
O recurso descreve os encontros com Tomaz como amizade pública e notória. Também contesta o risco de fuga, atribuído a atos de terceiros, como declarações do deputado Eduardo Bolsonaro, o que, para a defesa, violaria o princípio da pessoalidade da pena.



