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Lula agenda reuniões com aliados e nomes cotados para integrar novo ministério

Lula agenda reuniões com aliados e nomes cotados para integrar novo ministério

Por Alex Blau Blau

Presidente intensifica conversas sobre a composição do quarto mandato; Camilo Santana e Wellington Dias estão entre os convocados, enquanto Rafael Fonteles é citado para a Fazenda

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou uma rodada de conversas com integrantes do governo e aliados políticos em meio às articulações para definir a composição de seu novo ministério. As reuniões estão previstas para ocorrer ao longo desta semana e envolvem nomes que podem ocupar posições estratégicas no primeiro escalão do quarto mandato.

Entre os convocados está o senador e ex-ministro da Educação Camilo Santana, apontado como um dos possíveis escolhidos para assumir a Casa Civil. O ex-ministro, que também participa da coordenação política da campanha de reeleição de Lula, deverá conversar com o presidente nos próximos dias.

Outro integrante chamado para uma reunião foi o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias. Apesar de não aparecer entre os nomes cotados para comandar uma nova pasta, ele mantém sua disposição de colaborar com o governo, embora considere a possibilidade de retornar ao Senado Federal.

Nos bastidores, uma das avaliações é de que Wellington Dias poderia ter maior disponibilidade para atuar na articulação política e na mobilização de bases eleitorais caso deixe o ministério.

Rafael Fonteles é citado para a Fazenda

O governador do Piauí, Rafael Fonteles, também aparece nas articulações relacionadas à formação da nova equipe econômica. O nome do governador é mencionado como uma possibilidade para assumir o Ministério da Fazenda.

Fonteles deverá estar em Brasília nesta semana, mas ainda não há confirmação de que ele tenha um encontro agendado com Lula.

As conversas fazem parte do processo de organização do novo primeiro escalão, em um momento em que o presidente avalia nomes para funções estratégicas e busca definir a distribuição de responsabilidades entre aliados e integrantes da atual administração.

A expectativa é que as reuniões ajudem a esclarecer os próximos movimentos do governo na montagem da equipe que acompanhará Lula no quarto mandato.