Por Sandro Gianelli

Paulo Roque manda bem na TV, mas nas redes sociais faz a política de ficar em cima do muro. O advogado estreou nas urnas em 2018, quando se candidatou ao Senado e surpreendeu ficando na sexta posição com 202.834 votos. Parte deste sucesso se deu pelo trabalho do cientista político e radialista Rodrigo Mercuccio, um dos principais coordenadores e articulistas de sua candidatura.
“Se realmente consolidar uma candidatura minha ao Senado, não me subestime, nós podemos ter uma novidade aqui nas eleições do Distrito Federal”, afirmou Paulo Roque durante entrevista ao CB Poder.Já nas redes sociais o posicionamento foi um pouco diferente. “Quem me conhece sabe que não fujo de um bom debate.Embora ainda seja muito cedo para falar em eleições, eu fiz questão de destacar que a minha pré-candidatura ao Senado pode surpreender muita gente”. E finalizou dizendo que, “o fato é que as eleições ainda estão distantes”.
Nota das Curtas do Gianelli
Não é cedo não Paulo, defina, saia na frente e acredite no seu potencial. Se em 2018, desconhecido, você ficou a frente de nomes importantes e consolidados como do ex-deputado distrital Chico Leite, que tinha o apoio do governo naquela época, porque ficar esperando? Esperar não é um erro apenas de Roque, a maioria dos candidatos está fazendo o mesmo. Se Bolsonaro ou Ibaneis tivessem ficado esperando, um não seria presidente e o outro não seria governador do DF. Na política, ou você planeja, ou planejam por você. Fica essa reflexão para todos que pretendem se candidatar: desçam do muro!







