Início Coluna do Gianelli Ibaneis transforma o Distrito Federal num canteiro de obras

Ibaneis transforma o Distrito Federal num canteiro de obras

Por Sandro Gianelli

O Distrito Federal teve governos propositivos e destemidos, que tinham como meta o desenvolvimento da cidade. Em 2009, com a Caixa de Pandora, o DF passou tempos sombrios, sem gestão e sem esperança para os moradores da Capital.


Esperança

Ibaneis recebeu um voto de esperança nas eleições de 2018. Seus opositores o acusavam de não ter experiência na vida pública. Talvez essa tenha sido sua maior vantagem. No início do seu governo, as críticas eram de que ele havia povoado o governo com advogados e não políticos.


Metas alcançadas

Com o passar dos anos, a população pode comprovar que a decisão de Ibaneis foi acertada. Ao assumir o governo, Ibaneis se deparou com obras e mais obras paralisadas, pela falta de coragem e a ausência de projetos, entre outros problemas. Várias obras dos governos Rollemberg, Agnelo e Arruda. Foi aí que seu time de não políticos, não fizeram política, cumpriram metas e foram destravando, obra por obra, até transformar o DF num canteiro de obras.


Tempo recorde

O túnel de Taguatinga é a principal delas. Sem dúvida a obra mais aguardada pela população do DF. Obra desacreditada. Quando se falavam em iniciar a construção do túnel, acostumados com a morosidade de governos passados, a população passou a crer que levaria pelo menos 10 anos. Mas a obra se iniciou em julho de 2020, e em abril de 2022, menos de 2 anos após seu início, a obra já passa de 70% concluída e nos próximos meses os motoristas já poderão usufruir da parte inferior do túnel.


Trânsito destravado

Agora, os governos passados querem pegar carona nas ações. Entendo que pode até ser mérito de quem deu o pontapé inicial, mas quem tirou do papel, enfrentou o que tinha que enfrentar, e fez acontecer, é quem deve levar os créditos. Afinal de contas, são de realizações e não de sonhos que vivemos.


Plebiscito

Em outubro a população do DF irá às urnas para aprovar ou não a gestão de Ibaneis e a conta é simples. De um lado temos um governador que teve a coragem de fazer o que era necessário para colocar o DF no trilho do desenvolvimento.


Cúmplices

Já do outro lado, teremos diversas opções, que aliadas aos governos anteriores, contribuíram e muito para a paralisia que o DF passou, seja por fazerem parte das gestões passadas ou por nunca terem se manifestado, nem pelo bem e nem pelo mal. Em relação às obras, o túnel simboliza várias delas e são muitas: UPAs, UBSs, creches e diversos viadutos formam um conglomerado de obras espalhadas por toda a cidade.


ENTREVISTA

Celina Leão

Deputada federal e presidente do Progressistas-DF

De alguma forma você se sentiu perseguida durante o governo de Rodrigo Rollemberg?

Melhor do que falar de perseguição eu prefiro falar das urnas, que são soberanas. As urnas rejeitaram Rollemberg e me mandaram para a Câmara Federal. Isso mostra que trabalhei no caminho certo.

Como você avalia a intenção do senador Izalci em disputar o governo?

Nas eleições de outubro vamos constatar o tamanho real do Izalci. Lembrando que nas eleições de 2018, ele foi ajudado por vários candidatos ao Governo do Distrito Federal. O que consolidou sua vitória. Hoje percebo que, até o momento, ele está isolado.

Qual a sua avaliação sobre a nominata do Progressistas?

Como presidente do Progressistas tive a missão de montar nominatas para a Câmara Federal e Câmara Legislativa. Estou satisfeita com o trabalho que conseguimos fazer. E sou muito grata a cada um que confiou no nosso trabalho e se filiou ao partido. Somente para deputado federal, temos hoje, testados em urna, mais de 400 mil votos, teremos dois deputados federais eleitos pelo Progressistas. Para deputado distrital, temos condições de eleger 4 parlamentares.


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*Sandro Gianelli é consultor em marketing político, jornalista, colunista e radialista. Escreve a Coluna do Gianelli, de segunda a sexta, para o portal Conectado ao Poder e para o Jornal Alô Brasília e apresenta um programa de entrevistas, aos domingos, das 9h às 11h, na rádio Metrópoles – 104,1 FM.