Início Distrito Federal Setor produtivo agradece medidas adotadas por Ibaneis em seu governo

Setor produtivo agradece medidas adotadas por Ibaneis em seu governo

Setor produtivo agradece medidas adotadas por Ibaneis em seu governo

Programas de financiamento e o parcelamento de impostos foram lembrados durante congresso em Brasília

As medidas adotadas pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) para o setor produtivo foram lembradas durante a 37ª edição do Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais (CNSE), no Complexo Brasil 21, na noite desta quarta-feira (17). O evento reuniu empresários de todo o país para discutir melhorias e avanços para o fortalecimento da área.

“O comércio varejista da nossa cidade é um dos  que mais emprega e a gente vem sempre prestigiando a expansão desse setor, buscando a geração de emprego e renda. Tivemos um período duro de pandemia, mas a cidade e os comerciantes estavam preparados. A reabertura do comércio tem sido grande e acompanhamos um crescimento do setor, vendo a capacidade dos empresários se reinventarem”, afirma Ibaneis Rocha.

Em três anos e oito meses, o governador Ibaneis Rocha adotou uma série de medidas em prol do setor produtivo e da economia do DF. Juntos, os programas Supera, Acredita e Avança DF do Banco de Brasília (BRB) movimentaram R$ 12,3 bilhões em créditos para 282 mil clientes pessoas física e jurídica. A gestão também disponibilizou R$ 26 milhões em microcrédito para 1,7 mil microempreendedores (Prospera DF).

O DF vai receber, em dez anos, um montante de R$ 4,1 bilhões em dez anos a partir dos programas de renegociação de dívidas. Outras medidas adotadas foram a redução de ICMS para diferentes categorias e produtos, o fim da Difal e a transferência da Junta Comercial para o DF.

Presidente do Sindivarejista-DF, Sebastião Abritta elogiou o trabalho do governo Ibaneis durante a pandemia. “É um governador atuante em prol do setor produtivo. Ele lidou bem a pandemia, fez programas como o Supera DF, tivemos o parcelamento de impostos, o Refis, e tudo isso deu fôlego para as empresas. E o DF tem um canteiro de obras, que tem gerado empregos. O comércio fica pujante quando a construção pública e a privada tomam essa dimensão”, pontua.