Da redação do Conectado ao Poder

O candidato a deputado distrital Joaquim Roriz Neto (PL) foi entrevistado no programa Conectado ao Poder, da TV Cultura, pelo jornalista Sandro Gianelli, e afirmou que é de responsabilidade carregar o nome de seu avô, ex-governador Joaquim Domingos Roriz, falou de um ensinamento que teve com o avô, além de falar dos desafios que serão encontrados dentro da Câmara Distrital nesta próxima legislatura e dizer suas propostas para saúde e educação.
O seu avô foi governador do DF por 4 mandatos, sua mãe deputada distrital e federal e sua tia distrital por 2 mandatos. Você tem noção da responsabilidade que você traz com o nome Roriz?
No decorrer dos últimos meses, eu vim entendendo o tanto que o peso do nome do meu avô ainda é forte. Tem gente que chora quando me encontra na rua e diz que foi por causa de Joaquim Roriz que teve o que comer e também a casa que mora hoje e essas pessoas falam para eu ser igual meu avô foi. Muitas pessoas falam que pode chegar o candidato que for, oferecendo o que for, que não abrem mão de votar em mim. É um sentimento muito gratificante, porque eu sendo eleito, eu tenho que fazer um trabalho além do estabelecido por um deputado distrital, eu tenho que fazer um trabalho que condiz com o nome de Joaquim Roriz, então eu sei qual vai ser o tamanho da responsabilidade de um mandato como deputado distrital.
Joaquim Roriz deu a oportunidade de moradia para muitas pessoas. Como você observa essa situação?
Essa questão da moradia faz parte da minha história. O meu avô sempre falava que para uma pessoa ter dignidade, têm duas coisas que ela tem que ter: emprego e moradia
Em suas visitas, qual tem sido a sua visão atual sobre as cidades que seu avô criou?
Nós vamos em Samambaia, Santa Maria, Riacho Fundo, Recanto das Emas, São Sebastião, Vila Roriz, no Gama, Vila São José, em Brazlândia, Jardim Roriz, em Planaltina e vemos casa de dois andares, que vale de R$ 200 a R$ 500 mil, com carro na garagem. A gente percebe que o trabalho do meu avô deu dignidade para milhares de famílias, mas nós temos que fazer um trabalho muito bem feito em todas as cidades, cuidando das pessoas que foram muito prejudicadas com a pandemia, que afeta a economia, a saúde e gerou um aumento enorme no desemprego.
Como você avalia o envolvimento das pessoas nas eleições?
Muitas pessoas, para as eleições proporcionais, não têm um candidato definido e a comunicação é que pode proporcionar aos candidatos que não têm mandato serem conhecidos.
Na sua opinião, qual será o maior desafio da próxima legislatura?
Eu acho que vai ser para retomar o desenvolvimento econômico, aumentar a taxa de empregados e lidar com a questão do sucateamento na saúde, que está enfrentando uma crise enorme.
Quais são seus planos para contribuir com a melhoria na saúde?
Um dos projetos que eu tenho é de retomar o foco na atenção primária que os postinhos tinham na época do meu avô. A pessoa ia até o postinho, mas não ia com um problema gravíssimo. Ela tinha uma dor nas costas, dor de cabeça, dor no pé, na perna e o atendimento era mais rápido, tinha muito médico e muito remédio, então o tratamento era preventivo e, com esse trabalho, os hospitais ficavam desafogados.
O que você tem de ideias para a educação?
Eu sempre falo que a gente precisa trabalhar a educação baseado no século que a gente vive. Eu já escutei muitos políticos falando que tem que colocar cursos profissionalizantes nas escolas, para os jovens saírem do ensino médio com uma formação, mas muita gente não fala que a gente tem que atualizar quais sãos esses cursos que serão disponibilizados. Quero trazer esses cursos para poder agregar ao que o jovem de hoje quer e sabe atuar, que é o ramo da tecnologia, a área do metaverso, criação de aplicativo, área do desenvolvimento tecnológico. Quero retomar com a Cidade Digital, criada pelo meu avô em 2002 na Granja do Torto e eu também quero fazer uma Cidade Audiovisual em Planaltina, porque isso vai atender a formação dos jovens e também vai diminuir o desemprego.
Confira a entrevista:





