Da redação do Conectado ao poder

A decisão do ministro Alexandre de Moraes em afastar Ibaneis Rocha do governo do DF é vista como “excesso processual” até por aliados do presidente Lula. A análise é feita por advogados favoritos do petismo, que possuem o entendimento de que a ação deveria ser de competência do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Um dos nomes da advocacia vinculado a Lula, que, inclusive, promoveu festa em sua casa, após a diplomação do presidente, em 12 de dezembro, mas no dia 8, data de atos violentos em Brasília, interferiu para amenizar a situação do governador Ibaneis Rocha, foi Kakay. Ele coordenou conversas para evitar sanções mais graves direcionadas a Ibaneis.
Cogitava-se, durante o auge das manifestações, a prisão do governador. Kakay, então, convenceu os interlocutores de que a medida seria excessiva. Com a observação de análises tanto de advogados apoiadores de Lula quanto de advogados de outras linhas, como Suenilson Saulnier de Pierrelevée Sá, citado recentemente pelo Conectado ao Poder, se faz presente o questionamento conjunto da população do DF: “O que estão fazendo com o nosso governador eleito em primeiro turno é constitucional e democrático?”.
A reflexão partiu do administrador do Riacho Fundo, Fernando Siqueira, que, desde o primeiro momento, se movimentou a favor da volta de Ibaneis ao executivo local.





