Início Distrito Federal Caixa de Pandora | Formação de quadrilha é prescrita para Arruda e...

Caixa de Pandora | Formação de quadrilha é prescrita para Arruda e Paulo Octávio, outros processos seguem na Justiça

- Publicidade -

Da redação do Conectado ao poder

A ação penal por formação de quadrilha no esquema da Caixa de Pandora, envolvendo o ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda, o ex-vice-governador Paulo Octávio e outros 18 réus, prescreveu.

O processo foi movido pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), em 2014, mas conforme prevê a lei, não será possível condenar ou absolver os incriminados, já que se passaram mais de oito anos. Com isso, fica extinta a punibilidade e o processo é arquivado.

O advogado especialista em direito criminal, Luís Alexandre Rassi, disse que apesar disso, Arruda, Paulo Octávio e outros réus continuam respondendo aos outros processos que também envolvem o esquema da Caixa de Pandora: “O crime de quadrilha tem uma pena menor e, portanto, uma prescrição menor. Essa prescrição, livra os envolvidos de qualquer consequência criminal, mas apenas em relação ao delito de quadrilha. Ao que me parece, o ex governador tem vários outros processos por crimes mais graves ainda não alcançados pela prescrição”.

A operação Caixa de Pandora ficou conhecida após Arruda ser flagrado recebendo uma sacola com R$ 50 mil em espécie. Na época, o ex-governador alegou que o dinheiro era uma doação para comprar panetones para famílias carentes do Distrito Federal.