Da redação do Conectado ao Poder

O Banco de Brasília (BRB) está preparado para um novo e ousado empreendimento. O presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, comentou durante uma entrevista, a decisão de investir no setor de jogos, enxergando nessa indústria uma oportunidade de revitalização e expansão do desenvolvimento econômico e social na capital do país.
Costa revelou que o BRB planeja investir consideravelmente na criação de uma divisão dedicada a jogos. Ele acredita que essa medida não apenas diversificará as operações do banco, mas também abrirá um novo horizonte de possibilidades para a região. “O Panorama de jogos tem mudado no mundo inteiro, inclusive aqui no Brasil, com toda uma regulamentação sendo constituída, nós contratamos ao longo do processo uma consultoria PwC, uma das mais renomadas em jogos no mundo e assessores financeiros para nos apoiar”. Além disso, ele destacou que a parceria levanta oportunidade de grande desenvolvimento. “No fundo a gente junta 2 coisas positivas, experiência internacional e experiência em várias modalidades de jogos“, afirmou Paulo.
O presidente do BRB destacou que o investimento não se trata apenas de oportunidade financeira, mas também de impulsionar a economia e fortalecer a identidade de Brasília como uma cidade moderna e vibrante. A estratégia está alinhada com a visão de Costa de tornar o BRB um banco líder em inovação e diversificação de serviços. “A gente quer reestruturar, seguir com o processo e trazer o mais rápido possível as loterias do Distrito Federal para a realidade. E por que isso é importante? Que a gente lembra o papel social também dos jogos, quando a gente tem uma loteria formal, quando a gente tem apostas esportivas formais, quando a gente tem jogos instantâneos formais, a gente tira isso do mercado cinza. Existe uma série de regulamentações, inclusive de jogo responsável e uma parte importante“, disse ele.
Paulo Henrique Costa também enfatizou a importância da regulamentação e do jogo responsável. O banco planeja estabelecer parcerias com órgãos reguladores e trabalhar para garantir que todas as operações no setor de jogos sejam conduzidas de forma ética e legal, protegendo os interesses dos consumidores e da sociedade. “O resultado do jogo vai para as causas sociais, então, normalmente, para financiar a educação, para financiar o esporte, para financiar ações sociais, a gente estima que em 10 anos, aproximadamente 2 bilhões serão destinados a essas causas sociais. É definida em lei, em função das loterias distritais”.






