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“Quem tem que legislar é o legislativo”, defende Bia Kicis em relação ao STF

Da redação do Conectado ao Poder

A deputada federal Bia Kicis (PL) participou do programa Rota Atividade, abordando temas como as investigações em torno da “Dama do Tráfico”, suas perspectivas sobre as últimas ações do Congresso Nacional e seu apoio a um projeto de grande impacto social. O Rota Atividade é de segunda a sexta-feira das 06h às 08h, na Atividade FM (107,1).

Bia que é presidente da comissão de fiscalização financeira e controle comentou sobre o escândalo envolvendo a “Dama do Tráfico”, expressando descrença nas explicações do ministro dos direitos humanos, Sílvio Almeida a respeito dos gastos com a passagem, considerando-os pouco convincentes. “Como é que pode existir um Ministério da Justiça e o Ministério dos Direitos Humanos que não cuida das pessoas que vão no Ministério fazer reuniões?” A deputada criticou a presença de uma mulher ligada ao crime organizado circulando livremente em prédios públicos. Segundo Kicis, a busca por responsáveis ainda não chegou ao fim, enfatizando a necessidade contínua de identificar os culpados. Quem é responsável tem que assumir a responsabilidade pelos seus atos, pelas suas omissões, pelos seus desmandos e tudo mais”.

No programa Rota Atividade, a deputada abordou as recentes decisões e processos em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo a legalização das drogas e do aborto. Ela destacou sua posição contrária, argumentando que, na opinião dela, o avanço do STF sobre as atribuições do parlamento não é a abordagem adequada. O que acontece é que quem tem que legislar é o legislativo. O supremo já tem uma missão tão honrosa. A missão de aplicar a Constituição, interpretar as leis, interpretar os casos que chegam e aplicar a Constituição. Se eles fizessem o papel deles, já seria um papel muito digno, muito honrado e importantíssimo”, avaliou.

Bia Kicis revelou que, ao tomar conhecimento de que 65% das vítimas de crimes sexuais registrados têm menos de 13 anos, sentiu a urgência de agir. Uma de suas iniciativas foi expressar apoio a um projeto que propõe o aumento das penas para estupradores e agressores sexuais contra menores e pessoas vulneráveis. “Esse projeto ser aprovado é uma notícia maravilhosa, inédito essa votação que vai realmente trazer benefícios para a população de bem”.