Da redação
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), negou nesta terça-feira (data não informada) a existência de crise no PSD goiano e rechaçou rumores sobre uma suposta articulação para retornar ao União Brasil. Há pouco mais de 15 dias no PSD, Caiado classificou como “mentira” as informações sobre insatisfação interna e tentativas de desestabilizar o partido ou o projeto de reeleição do senador Vanderlan Cardoso.
Segundo especulações, Caiado estaria insatisfeito no PSD e haveria movimentos nos bastidores para boicotar Vanderlan, favorecendo uma candidatura ao Senado de Gracinha Caiado, esposa do governador, apontada entre as preferidas em pesquisas recentes. Também se ventilava uma possível reaproximação de Caiado com o União Brasil, legenda à qual foi filiado por anos antes de migrar para o PSD.
Em entrevista ao PlatôBR, Caiado negou as especulações. “Não tomei nenhuma atitude intempestiva, tudo foi conversado com Rueda e ACM Neto [dirigentes do União Brasil], nos meses seguintes à formação da federação. Minha saída foi diante da decisão da federação de não ter candidato à presidência”, disse.
Caiado deixou o União Brasil após 36 anos filiado a siglas hoje extintas que formaram o partido. “Hoje estou no PSD, mas continuo convivendo bem e respeitosamente com o União Brasil, o qual faz parte da minha base de apoio no estado de Goiás. É a minha mudança depois de três décadas na vida pública”, ressaltou.
Pré-candidato à Presidência da República, Caiado afirmou que sua decisão teve como motivação o cenário nacional e não disputas regionais. “Mereço respeito ao tratarem da minha decisão política, já que minha trajetória mostra que não faço parte de políticos que escolhem partido pela conveniência do momento”, concluiu.








