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A volta dos AMG Black Series


Da redação

Resumo das Principais Notícias Automotivas – FlatOut (edição especial)

A preparadora alemã AC Schnitzer anunciou que encerrará suas atividades em 2026, pouco antes de completar 40 anos. A decisão ocorre devido ao aumento dos custos de desenvolvimento, produção e homologação de componentes na Alemanha, fatores que, segundo a empresa, criaram uma desvantagem diante de concorrentes estrangeiros com processos menos burocráticos. O CEO Rainer Vogel afirmou: “Não conseguimos inspirar novos clientes a apreciar a esportividade da nossa marca como a geração anterior apreciava”. O grupo proprietário Kohl negocia a venda da marca, mas a operação atual será encerrada e o estoque liquidado até o fim do ano.

Na Fórmula 1, rumores indicam que Adrian Newey pode deixar o cargo de chefe de equipe da Aston Martin apenas quatro meses após assumir a função. Após dois abandonos seguidos por falhas causadas por vibrações no carro desenvolvido com a Honda, a equipe estaria considerando Jonathan Wheatley, atual chefe da Audi, como substituto. A Aston Martin não confirmou a mudança, apenas declarou que Newey segue como chefe e parceiro técnico.

No segmento de esportivos, a Mercedes-AMG anunciou o retorno em grande estilo dos motores V8, após o fracasso do modelo C63 híbrido de quatro cilindros. O novo CLE 63 terá cerca de 650 cv, virabrequim plano e série limitada de 30 unidades, sem assistência elétrica. Este V8 também estará em futuros C63 e AMG GT Black Series, reafirmando o compromisso da marca com motores potentes, mesmo com a continuidade da eletrificação.

A Ferrari, por sua vez, minimizou o impacto da nova regra da FIA para medição da taxa de compressão dos motores, válida a partir de 1º de junho. Fred Vasseur, chefe da equipe, avalia que a real possibilidade de equilíbrio entre as equipes virá do mecanismo de equalização ADUO, e não de mudanças isoladas no regulamento.

Por fim, a Ferrari revelou que seu primeiro elétrico contará com consultoria da NASA para aprimorar a entrega de aceleração e criar assinatura sonora exclusiva. O CEO Benedetto Vigna explicou que o objetivo é evitar aceleração excessivamente linear dos elétricos, buscando diferenciação tecnológica e de experiência para o novo modelo Luce.