Da redação
Lideranças do entorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se mobilizam para evitar clima de acomodação entre apoiadores de sua candidatura à reeleição. O movimento ocorre após fatos recentes relacionados a Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, provocarem preocupação entre aliados mesmo entre os mais otimistas.
Segundo correligionários experientes, a campanha intensificou esforços para convocar a militância à participação ativa no processo eleitoral. Beto Albuquerque, dirigente histórico do Partido Socialista Brasileiro, principal aliado do Partido dos Trabalhadores, enviou mensagem criticando integrantes da esquerda que discutem cenários para a sucessão presidencial em 2030.
Albuquerque declarou que “antes de pensarmos em 2030, temos responsabilidade de vencer bem a eleição deste ano e, depois, governar com muita dedicação o Brasil para os brasileiros”. O dirigente acrescentou: “Se tem gente pensando em 2030, não está contribuindo com o agora. A vida ensina que o que se vive é o agora. Nunca se vive o depois com antecedência, porque ele não existe. Quem tem pressa quebra a cara”.
De acordo com informação divulgada pelo PlatôBR, independentemente do resultado nas urnas em outubro, o Partido Socialista Brasileiro avalia lançar candidatura própria à Presidência da República em 2030. O debate interno sobre a estratégia eleitoral futura influencia a condução da campanha do partido nas eleições deste ano.





