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Aliados de Tarcísio admitem que uma vaga para o Senado ficará com chapa adversária

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Da redação

Aliados do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), consideram certa a reeleição do atual chefe do Executivo estadual para mais quatro anos à frente do Palácio dos Bandeirantes. A principal dúvida, segundo interlocutores, é a possibilidade de eleger os dois candidatos ao Senado ligados ao governo nas eleições.

Auxiliares de Tarcísio admitem, em caráter reservado, que a oposição pode conquistar uma das vagas ao Senado. Conforme pesquisa DataFolha divulgada na quarta-feira, 11, lideram as intenções de voto o ministro Fernando Haddad (Fazenda), a ministra Simone Tebet (Planejamento), o ministro Márcio França (Empreendedorismo) e a ministra Marina Silva (Meio Ambiente).

No levantamento, o nome mais bem posicionado entre os aliados de Tarcísio é o do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), seguido por Ricardo Salles (Novo-SP). A avaliação interna é que ambos devem ganhar força com o início da campanha eleitoral.

Na eleição de 2018, quando duas vagas ao Senado estavam em disputa, foram eleitos Major Olímpio, então filiado ao PSL do ex-presidente Jair Bolsonaro, e Mara Gabrilli (PSDB), que apoiou Bolsonaro no segundo turno. Em 2022, a única vaga foi conquistada por Astronauta Marcos Pontes (PL), também bolsonarista.

A disputa pelo Senado em São Paulo, portanto, segue indefinida, especialmente diante da expectativa de crescimento dos nomes governistas e do histórico recente de vitórias de candidatos ligados ao campo bolsonarista.