Após a conclusão das obras de infraestrutura, Sol Nascente receberá uma nova etapa de urbanização

Da redação do Conectado ao Poder

Transformada em uma região administrativa desde 2019 pelo governador Ibaneis, o GDF tem investido mais de R$ 600 milhões para trazer mais infraestrutura aos moradores de Sol Nascente.

Para este ano, a região será contemplada com um restaurante comunitário e um terminal rodoviário, ambos previstos para este mês de abril. A estrutura do restaurante terá refeitório, depósito de alimentos, banheiros, bilheteria, caldeira, reservatório de água e casa de gás. 

Já o terminal contará com seis baias para embarque, 10 pontos de estocagem, 14 vagas de estacionamento para veículos e 11 para motos, paraciclos com 24 vagas, três salas para apoio administrativo, além de lanchonete e banheiros com acessibilidade.

“Essa é uma estrutura muito esperada pela comunidade local. Com essa entrega, queremos levar mais conforto aos usuários do transporte público coletivo”, destaca o subsecretário de Terminais, da Secretaria de Transporte e Mobilidade, Fabiano Guimarães.

Além disso, as instituições educacionais também têm ganhado seu espaço na região. Já foram construídas cinco escolas e cinco creches. Três já estão em funcionamento e duas estão em fase de licitação. 

Paisagismo

Logo após a conclusão de todos os serviços previstos no Sol Nascente, o paisagismo será implementado na região. Cerca de 100 mil árvores serão plantadas pela Novacap.

Devido ao processo de regularização da cidade, o diretor do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap, Raimundo Silva explica que, “toda área em regularização tem todas as fases pelas quais precisa passar. Tem a parte latifundiária, que tem que passar pelos órgãos responsáveis para que se legalize aquela área; e a parte de urbanização tem sido contemplada ano a ano. Ano passado, por exemplo, fizemos uma área de gramado no Sol Nascente.” pontua.

As melhorias vêm e estão acontecendo, a cidade é um canteiro de obras, mas a urbanização de áreas verdes é o toque final de uma região administrativa”, acrescenta o diretor do DPJ.