Da redação
Cruzeiro e Atlético-MG chegaram a um acordo com a Procuradoria após a confusão generalizada na final do Campeonato Mineiro. As punições definidas envolvem suspensão de quatro jogos para cada atleta expulso e multa de R$ 400 mil para cada clube. Porém, a decisão ainda depende de homologação pelo Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais (TJD-MG).
Além das penalidades esportivas e financeiras, os clubes se comprometeram a realizar ações sociais, incluindo campanhas de doação para a Zona da Mata, afetada por enchentes em março, e iniciativas educativas contra a violência no futebol.
A suspensão dos atletas será cumprida apenas no Campeonato Mineiro de 2027, não afetando assim competições nacionais como o Brasileirão ou a Copa do Brasil. O acordo foi pensado para garantir maior organização no cumprimento das penas.
No total, 25 jogadores e um membro da comissão técnica do Atlético foram denunciados com base nos artigos 257 e 254-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, sobre confusões e agressões físicas. Entre os citados, estão atletas que não foram expulsos durante a partida, como Vitor Hugo, do Atlético, e Lucas Silva, do Cruzeiro.
Casos específicos agravaram algumas denúncias, como o de Lyanco, do Atlético, flagrado cuspindo em direção a um adversário, e o de Kauã Pascini, que atingiu Fagner com um chute durante o tumulto. A decisão final sobre as punições ainda será tomada pelo TJD-MG após análise do acordo.





