Da redação
Robert Arboleda se reapresentou ao São Paulo nesta segunda-feira, após aproximadamente um mês afastado sem justificativa formal. O zagueiro equatoriano foi orientado pela diretoria sobre punições financeiras, durante reunião realizada no CT da Barra Funda, devido ao impacto de sua ausência no planejamento esportivo do clube.
Segundo o clube, Arboleda teve descontados todos os dias em que não trabalhou do seu salário, como primeira medida disciplinar. A diretoria avalia ainda mais sanções, tanto financeiras quanto administrativas, por considerar o episódio grave. Internamente, dirigentes tratam o caso com prioridade e indicam que novas punições não estão descartadas.
Após retornar, Arboleda passará por exames médicos e avaliações físicas para averiguar suas condições e verificar se houve algum problema de saúde não comunicado durante o afastamento. Somente depois dessas avaliações, será definida a programação dele no clube. Caso liberado, ele cumprirá um trabalho físico específico para retomar o ritmo.
Mesmo que seja liberado pelos médicos para treinar, a tendência é que Arboleda não retorne ao elenco principal. O planejamento do clube prevê que o jogador faça atividades em horários distintos, treinando separado dos demais atletas. Isso reforça um distanciamento entre jogador e diretoria de futebol.
O caso de ausência começou em 4 de abril, data em que Arboleda não compareceu para a partida contra o Cruzeiro. Posteriormente, o clube apurou que o zagueiro viajou para o Equador sem autorização. O período sem contato com a equipe se estendeu por quase um mês, agravando ainda mais a situação.
Diante do desgaste, a diretoria do São Paulo estuda alternativas para a posição e não descarta uma negociação de Arboleda na próxima janela de transferências. O entendimento interno é de que dificilmente haverá reconciliação, marcando o possível fim do vínculo entre o jogador e o clube.







