Por Sandro Gianelli
Com experiência técnica, trânsito político e perfil de confiança, Gustavo representa um reforço consistente para a pré-candidatura de Celina Leão ao GDF

A possível escolha de Gustavo Rocha como vice na chapa de Celina Leão para o Governo do Distrito Federal em 2026 não acontece por acaso. Nos bastidores do Palácio do Buriti, seu nome é visto como uma decisão estratégica, construída com base em três pilares fundamentais: capacidade técnica, articulação política e lealdade.
Gustavo acumula uma trajetória sólida na administração pública. Atuou como ministro dos Direitos Humanos e, mais recentemente, tem exercido papel central à frente da Casa Civil do DF. Trata-se de uma posição que exige habilidade para negociar com diferentes frentes, manter a máquina pública em funcionamento e garantir que decisões estratégicas sejam executadas com precisão. E ele tem cumprido esse papel com competência reconhecida por aliados e até mesmo por adversários.
Na prática, Gustavo tem sido um dos responsáveis por manter o diálogo fluido entre o Executivo e o Legislativo distrital. Seu bom trânsito entre deputados, administradores regionais e lideranças comunitárias o torna um quadro confiável em momentos decisivos. Soma capital político de forma silenciosa, mas efetiva — algo fundamental em uma chapa que precisa unir forças para uma eleição com cenário ainda indefinido.
Outro ponto que pesa a favor de Gustavo é sua postura institucional. Evita holofotes, concentra-se em resultados e respeita os limites da função pública. Em uma eventual vice-governadoria, essas características oferecem à titular da chapa não apenas um parceiro de gestão, mas alguém em quem é possível delegar tarefas sensíveis com segurança. E a confiança, nesse caso, não é discurso. É prática: Celina tem deixado claro, nas conversas internas, que confia em Gustavo “de olhos fechados”.
A escolha também reforça a imagem de equilíbrio da chapa. Enquanto Celina representa o lado político mais presente e combativo, Gustavo entrega estabilidade administrativa e capacidade técnica. Não compete por espaço, complementa. E esse equilíbrio é determinante em campanhas longas, onde o desgaste pode vir de dentro para fora se os papéis não estiverem bem definidos.
Em um contexto de eleições cada vez mais marcadas pela exigência de resultados, Gustavo Rocha representa a figura do vice que agrega sem disputar protagonismo. Sua presença tende a ampliar a base de apoio, transmitir segurança e contribuir para a governabilidade desde o primeiro dia de mandato — se a vitória vier.
No xadrez político de 2026, Celina Leão precisa de uma composição de chapa que una confiabilidade e capacidade de execução. Gustavo Rocha preenche esses requisitos. Por isso, é visto, com razão, como uma das peças mais acertadas desse tabuleiro.





