Da redação
O ataque a uma escola de meninas no Irã resultou na morte de 168 crianças e marcou o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, que começou no sábado (28). O episódio evidenciou a gravidade do conflito no Oriente Médio e seus impactos diretos sobre meninas e mulheres iranianas.
O funeral coletivo das vítimas ocorreu na terça-feira (3), reunindo uma multidão de pessoas vestidas de preto em luto. Imagens das valas abertas e dos caixões enfileirados rodaram o mundo, destacando a dimensão da tragédia.
Por décadas, violações de direitos humanos no Irã, especialmente contra mulheres, foram argumento de potências ocidentais para justificar o isolamento internacional do país e as sanções econômicas que enfraqueceram sua economia.
Durante a ofensiva lançada por Estados Unidos e Israel sob o argumento da “libertação” da população iraniana do regime dos aiatolás, um dos primeiros alvos foi justamente uma escola de educação infantil feminina na cidade de Minab, no sul do Irã. Segundo a agência de notícias, além das 168 vítimas fatais, mais de 90 crianças ficaram feridas no ataque, ocorrido pela manhã durante as aulas.
O caso causou comoção e se tornou símbolo dos horrores promovidos pela guerra na região.







