Da redação
Abelardo de la Espriella tomou posse como presidente da Colômbia na cidade de Cali, no sudoeste do país, e, logo após o início de seu governo, um ataque com explosivos foi registrado no pedágio de Mandiva, na rodovia Panamericana. Segundo o Exército colombiano, dois vigilantes ficaram feridos levemente após a detonação de um veículo abandonado por um indivíduo, que fugiu em uma motocicleta.
Na cerimônia de posse, De la Espriella delineou sua política de segurança e advertiu grupos ilegais que “têm dois caminhos: submeter-se ao império da lei ou enfrentar a força pública”. O episódio marca o primeiro incidente deste tipo durante o mandato do novo presidente, ainda nos primeiros dias de administração.
De acordo com informações preliminares do Exército, as facções Dagoberto Ramos e Jaime Martínez, dissidências das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), são suspeitas de envolvimento no ataque. As dissidências são compostas por integrantes que não aderiram ao acordo de paz firmado com o Estado há cerca de dez anos.
Militares atuam na região, utilizando cães treinados para inspecionar possíveis novos artefatos explosivos, conforme informações do Exército divulgadas em sua conta na rede X. A ministra dos Transportes, Elsa Noguera, condenou o “atentado terrorista” e afirmou que estão trabalhando para restabelecer a mobilidade na rodovia Panamericana.





