Da redação do Conectado ao Poder
Um homem de 56 anos faleceu após ser atendido na UPA de Queimadinha, e amostras serão analisadas.

A Bahia investiga a morte de um homem de 56 anos, ocorrida na madrugada de sexta-feira, dia 3 de outubro, em Feira de Santana, com suspeita de intoxicação por metanol. O paciente chegou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Queimadinha e, apesar dos esforços da equipe médica, não resistiu.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou a situação e informou que amostras biológicas do falecido serão coletadas para análise laboratorial. O resultado dessas análises, que pode confirmar ou descartar a hipótese de intoxicação, deve ser divulgado em até sete dias.
Como medida preventiva, a Sesab já havia orientado as unidades de saúde do estado, tanto na rede pública quanto na privada, a ficarem alerta para possíveis casos de intoxicação por metanol. Isso inclui a comunicação imediata de qualquer notificação relacionada, facilitando a investigação e a implementação de ações necessárias.
As equipes de vigilância do estado e do município estão monitorando a situação e trabalham em parceria com a Secretaria da Segurança Pública da Bahia. Além disso, as secretarias mantêm um diálogo constante com o Ministério da Saúde e com autoridades sanitárias a nível nacional para acompanhar casos suspeitos e confirmados em outros estados do Brasil.
Isso ocorre em um contexto onde já foram registradas mortes suspeitas por intoxicação por metanol em outros estados, como São Paulo e Pernambuco, com um total de sete casos em investigação, de acordo com informações recentes. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância de um atendimento rápido para reduzir as chances de sequelas em casos de intoxicação.
O tratamento, em casos de suspeita de intoxicação por metanol, deve ser iniciado com base em sintomas como dor abdominal, cólicas intestinais e alterações visuais, especialmente se houver o histórico de consumo de bebidas alcoólicas e sinais de acidose metabólica.
Autoridades locais reforçam a necessidade de cautela e comunicação para prevenir novas ocorrências de intoxicação por metanol, uma substância tóxica que pode ser fatal quando consumida. A situação gera preocupação e exige vigilância constante nas práticas de consumo de bebidas no estado.







