Da redação
Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o uso da biometria não será obrigatório para votar nas eleições de 2026, sendo exigido apenas para novos alistamentos eleitorais no Brasil. Eleitores que ainda não possuem as digitais cadastradas poderão votar normalmente, desde que estejam com situação regular no Cadastro Eleitoral.
De acordo com o TSE, a ausência de dados biométricos não impede o exercício do voto. Para quem não tem a digital cadastrada, a urna eletrônica adota um procedimento alternativo de identificação, solicitando o ano de nascimento do eleitor. Se o reconhecimento biométrico falhar após quatro tentativas, o mesmo procedimento é aplicado a eleitores já cadastrados.
A coleta biométrica é obrigatória para novos inscritos no Brasil, mas dispensada para quem realiza o alistamento eleitoral no exterior. Em todos os casos, o critério fundamental para votar é estar regularmente inscrito e apto no Cadastro Eleitoral, segundo a Justiça Eleitoral.
A identificação biométrica inclui o registro de impressões digitais, assinatura e fotografia, integrando a base da Identificação Civil Nacional. Os dados são usados para reforçar a segurança e padronizar atendimentos, além de detectar possíveis duplicidades cadastrais. Conforme dados do TSE, cerca de 10,99% do eleitorado brasileiro ainda não tem biometria registrada.



