Da redação
O Brasil foi eleito na terça-feira, 4 de junho, para integrar o Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC), conforme divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores na noite desta quinta-feira, 4. O mandato brasileiro no órgão ocorrerá entre 2027 e 2029, após receber 181 votos dos países membros.
Segundo informações do Itamaraty, a votação evidenciou a expressiva participação do Brasil na comunidade internacional, ao obter apoio significativo dos representantes dos Estados que compõem a Organização das Nações Unidas. Esta eleição reforça a presença do país em fóruns multilaterais ligados a temas econômicos e sociais de grande alcance global.
Em nota oficial, o Itamaraty declarou que: “A eleição do Brasil reflete a importância atribuída ao papel estratégico que o país tem a desempenhar no ECOSOC, especialmente para a redução das desigualdades e a promoção da paz sustentável”. O ministério ressaltou ainda a relevância do conselho para pautas caras ao governo brasileiro.
O ECOSOC é um dos principais órgãos das Nações Unidas, reunindo 54 países-membros. O conselho é encarregado de coordenar as diversas agências especializadas da ONU, avaliando e promovendo recomendações internacionais que abrangem temas como comércio, desenvolvimento, direitos humanos, condição da mulher, ciência e tecnologia, entre outros.
A atuação do conselho inclui a emissão de recomendações conhecidas como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que norteiam políticas de promoção de crescimento inclusivo, redução da pobreza e estímulo à igualdade em escala global. As discussões e resoluções do ECOSOC influenciam políticas e programas adotados mundialmente.
O Brasil já participou do conselho em mandatos anteriores e a eleição para o triênio 2027-2029 reforça a tradição do país em integrar órgãos relevantes do sistema das Nações Unidas. A escolha segue o calendário habitual de eleições para cargos da ONU.





