Da redação
O Banco de Brasília (BRB) e o Governo do Distrito Federal (GDF) negaram nesta quarta-feira (22) a adoção de medidas extraordinárias para sustentar a liquidez do banco, apontado como pressionado por prejuízos relacionados ao envolvimento com o Banco Master, segundo notas oficiais.
De acordo com o BRB, a instituição segue honrando integralmente seus compromissos e afirma que “é improcedente a afirmação de que sua liquidez decorra de medidas extraordinárias ou de qualquer mecanismo excepcional de sustentação financeira”. O banco acrescentou que seus recursos são captados e mantidos conforme as normas do Sistema Financeiro Nacional.
O GDF também rejeitou a hipótese de uso de recursos do Tesouro distrital para apoiar o banco e informou que as movimentações financeiras ocorrem devido a exigências da Lei Orgânica do Distrito Federal. O governo destacou ainda que o BRB é utilizado para o pagamento de servidores e execução de políticas públicas. “Não corresponde à realidade dos fatos que, nos dias de hoje, o GDF esteja usando recursos do Tesouro Distrital para apoiar o Banco de Brasília”, afirmou o Executivo.
Os esclarecimentos foram divulgados após reportagem da Broadcast apontar que a liquidez do BRB estaria se deteriorando e que o governo distrital poderia estar postergando pagamentos em áreas como saúde e educação para manter os recursos na instituição. Conforme o BRB, é improcedente qualquer interpretação de que a relação do banco com o Banco Central represente situação de exceção.





