Da redação
A divulgação dos autos relativos ao Banco de Brasília (BRB) amplia, segundo a instituição, a transparência sobre os fatos sob investigação e esclarece as providências adotadas pela atual administração para apurar eventuais irregularidades, fortalecer controles internos e aprimorar mecanismos de governança. O banco afirma não comentar casos ou pessoas específicas devido ao andamento dos procedimentos.
Após investigações, o BRB passou por renovação integral de sua diretoria executiva e implementou medidas de aperfeiçoamento de sua estrutura de governança. Entre essas ações, destaca-se a contratação do escritório Machado Meyer, com apoio técnico da Kroll, responsável por auditoria forense independente das operações sob apuração.
Os resultados dessa auditoria, de acordo com a instituição, foram encaminhados à Polícia Federal, ao Ministério Público Federal, ao Banco Central, à Comissão de Valores Mobiliários e a instâncias do Poder Judiciário para providências consideradas cabíveis. O banco afirma que as apurações internas contribuíram para o avanço das investigações sobre possíveis práticas de gestão fraudulenta atribuídas a antigos gestores.
O BRB enfatiza que práticas atribuídas a ex-dirigentes não se confundem com a atuação da instituição. A administração atual informa adotar medidas administrativas, extrajudiciais e judiciais para resguardar o banco, proteger seu patrimônio e buscar a responsabilização dos eventuais envolvidos, mantendo colaboração com órgãos de fiscalização e investigação.





