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Caiado critica aumento do IOF e promete anistia a envolvidos nos atos de 8 de Janeiro

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Da redação do Conectado ao Poder

No InfoMoney Entrevista, governador de Goiás se posiciona contra o aumento do imposto e defende anistia aos réus de 8 de Janeiro.

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, criticou duramente o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) anunciado pelo governo Lula, afirmando que essa medida reflete a desordem na gestão do atual governo e que os brasileiros não devem pagar a conta do descontrole fiscal.

Caiado, que é pré-candidato à presidência, destacou em uma entrevista ao InfoMoney que a alíquota do IOF penaliza não apenas empresários, mas também a população de baixa e média renda, que depende de crédito para suas necessidades básicas. Para ele, esse aumento foi feito sem consulta ao setor produtivo nem ao Congresso, evidenciando a falta de diálogo do governo federal.

Na mesma entrevista, o governador se posicionou como defensor de uma “anistia ampla e irrestrita” a todos os envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Ele justificou sua proposta como uma forma de pacificar o país, comparando sua intenção com a abordagem do ex-presidente Juscelino Kubitschek, que promoveu a reconciliação após o golpe que sofreu.

“Isso aí é realmente um governo que não deu certo, que está nos últimos estertores e, como tal, desesperado, faz essas atitudes”, afirmou Caiado, referindo-se à gestão Lula e ao impacto negativo que a alíquota do IOF terá sobre a economia.

O governador também fez um alerta sobre a administração da dívida pública, comentando que, durante os dois anos e seis meses do governo Lula, a proporção dívida/PIB aumentou em 4,36%, ressaltando que a medida gera uma pressão maior sobre os gastos das famílias brasileiras, especialmente as de menor renda.

Caiado enfatizou que a combinação do aumento do IOF com a taxa Selic elevada torna a situação insustentável, impossibilitando a sobrevivência de pequenos empresários e pessoas que buscam crédito no mercado. Ele concluiu que a reação do Congresso é necessária para evitar que essas medidas continuem a estrangular a economia do país.