Da redação do Conectado ao Poder

A Câmara dos Deputados aprovou alterações na Lei de Falências, com a proposta agora encaminhada para o Senado. O projeto, que teve modificações pela deputada federal e relatora do caso Dani Cunha (União), inclui assembleias permanentes com participação dos trabalhadores, escolha do gestor fiduciário pelos credores, venda dos bens da massa falida em até 180 dias, e a possibilidade de substituição do gestor fiduciário pelo comitê de credores, se necessário. “A lei é importante para acelerar o processo, desburocratiza e moraliza os processos de falência. Hoje, o processo é imoral e uma verdadeira caixa preta. E não protege os trabalhadores. E acaba com a remuneração absurda do gestor, que chega até a R$ 300 mil por mês. E os processos são intermináveis”, disse Dani Cunha.




