Code Violet: exclusividade controversa pode manchar reputação da Sony


Da redação

Lançado em 2026 como o primeiro exclusivo de PlayStation do ano, “Code Violet” rapidamente se tornou alvo de duras críticas. O survival horror desenvolvido pela TeamKill Media, que buscava resgatar o clima de clássicos como Dino Crisis, enfrenta atualmente uma média de apenas 40 pontos no Metacritic, com avaliações igualmente negativas dos usuários.

Meses antes do lançamento, a TeamKill Media havia declarado que a ausência de uma versão para PC se devia ao desejo de evitar mods de teor sexual envolvendo a protagonista. No entanto, parte da comunidade passou a questionar essa justificativa após o lançamento.

Segundo esses jogadores, o verdadeiro motivo poderia estar relacionado à política de reembolsos do Steam, plataforma onde o processo de devolução é mais flexibilizado em comparação à PlayStation Store. Na Steam, é possível solicitar reembolso de qualquer jogo em até 14 dias após a compra, desde que não ultrapasse duas horas de jogo.

Já na loja da Sony, mesmo com mudanças recentes para aumentar o acesso dos consumidores, o reembolso para títulos já baixados continua sendo raro. Exemplos como “Cyberpunk 2077” e o cancelamento de “Concord” são exceções em que a empresa adotou medidas extraordinárias.

Com a má recepção e restrições de devolução mais rígidas no PlayStation, “Code Violet” se vê no centro de um debate sobre transparência e políticas de venda no mercado de games.