Coluna do Gianelli | Guerra na CLDF: Roosevelt acusa, Gabriel reage

Por Sandro Gianelli

O plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal foi palco de um embate acalorado nesta terça-feira (27/5), quando o deputado distrital Roosevelt Vilela (PL) acusou seu colega Gabriel Magno (PT) de incitar alunos do CED 1 do Itapoã contra a direção e professores, além de supostamente invadir o celular de uma estudante. Segundo Roosevelt, Magno teria utilizado uma apresentação de projeto na escola para criticar o modelo cívico-militar e incentivado os alunos a enviarem críticas à instituição por meio de seu número de WhatsApp. A mãe de uma aluna relatou que sua filha foi induzida a participar de um perfil falso no Instagram com críticas à escola e impedida por uma professora de contar o ocorrido.

Em resposta, Gabriel Magno negou as acusações, classificando-as como “mentirosas” e “covardes”. O deputado afirmou que Roosevelt não apresentou provas e que sua postura é desrespeitosa. Magno ressaltou que sua atuação visa promover o debate democrático e a escuta dos estudantes, especialmente em relação ao modelo das escolas cívico-militares.

O embate evidencia a polarização ideológica presente na CLDF, com Roosevelt defendendo o modelo cívico-militar e Magno criticando-o. A denúncia de Roosevelt, baseada em relatos de uma mãe, ainda carece de comprovação. Enquanto isso, Magno mantém sua posição de promover o diálogo nas escolas.

CLIMA TENSO NA CLDF

O embate entre Roosevelt Vilela e Gabriel Magno acirrou os ânimos na Câmara Legislativa. Deputados de ambos os lados se manifestaram, evidenciando a polarização ideológica sobre o modelo cívico-militar nas escolas.

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO EM ALERTA

A Comissão de Educação da CLDF acompanha de perto o caso. Há expectativa de que o tema seja pautado nas próximas reuniões, com possíveis convocações de envolvidos para esclarecimentos.

GABRIEL MAGNO MANTÉM POSIÇÃO

Apesar das acusações, Gabriel Magno reafirma seu compromisso com o debate democrático nas escolas. O deputado defende a escuta ativa dos estudantes e critica o modelo cívico-militar por considerar que limita a liberdade de expressão.

ROOSEVELT VILELA DEFENDE ESCOLAS CÍVICO-MILITARES

Roosevelt Vilela, por sua vez, sustenta que o modelo cívico-militar contribui para a melhoria da disciplina e do desempenho escolar. O deputado considera inaceitável qualquer tentativa de desestabilizar esse sistema.

COMUNIDADE ESCOLAR DIVIDIDA

A denúncia gerou reações diversas entre pais, alunos e professores. Enquanto alguns apoiam a postura de Roosevelt, outros defendem a iniciativa de Gabriel Magno em promover o diálogo sobre o modelo educacional.

FRASE DO DIA

“O deputado Roosevelt não tem a legitimidade moral e ética para fazer denúncia mentirosa dizendo que eu invadi o celular de uma estudante.” — Gabriel Magno (PT)

CURTAS

Deputados se posicionam

Parlamentares da CLDF expressaram opiniões divergentes sobre o caso, refletindo a divisão ideológica na Casa.

Audiência pública em pauta

A Comissão de Educação planeja realizar uma audiência pública para discutir o modelo cívico-militar nas escolas do DF.

Secretaria de Educação se manifesta

A Secretaria de Educação do DF informou que está apurando os fatos e tomará as medidas cabíveis após a conclusão das investigações.

Estudantes organizam debate

Grupos estudantis planejam organizar debates sobre o modelo cívico-militar, buscando promover a participação ativa dos alunos nas decisões escolares.

SEM FILTRO

No próximo domingo (01/06) teremos o posicionamento da mãe da aluna e da diretora da escola. Roosevelt lançou essa prévia no Instagram, será que vem mais lenha na fogueira?