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Com Flávio, Caiado e Zema, direita tenta mostrar unidade em ato contra Lula, Moraes e Toffoli


Da redação

A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) promoveu, neste domingo, 1º, manifestações em diversas cidades do País, com críticas ao governo federal e aos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Em São Paulo, o ato ocorreu na Avenida Paulista, reunindo cerca de 20,4 mil pessoas, segundo pesquisa do Monitor de Debate Político, da USP, e da ONG More in Common. O protesto teve como principal bandeira a defesa da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e pedidos de anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.

Entre os presentes estavam o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o pastor Silas Malafaia, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). Eduardo Bolsonaro (PL-SP), nos Estados Unidos, discursou por vídeo, defendendo a anistia a Bolsonaro e enfatizando a necessidade de eleger Flávio e uma forte bancada de direita.

Durante o evento, manifestantes exibiram bonecos infláveis com a imagem de Bolsonaro, em releitura do “pixuleco”. Flávio Bolsonaro, que usou colete à prova de balas, afirmou: “Pai, em janeiro de 2027, você vai pessoalmente subir aquela rampa do Planalto junto com o povo brasileiro”. Caiado declarou: “O primeiro ato será anistia plena, geral e irrestrita no 1º de janeiro de 2027”.

Nikolas Ferreira foi ovacionado ao criticar Lula, Moraes e Toffoli, e puxar gritos contra os ministros do STF: “Um recado aos nossos inimigos: nós estamos apenas começando. Acorda!”. Outros deputados também discursaram, com críticas ao governo federal e menções ao caso Banco Master, envolvendo familiares de ministros do STF.

Além de São Paulo, ocorreram manifestações em cidades como Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Porto Alegre e Curitiba, todas centradas na defesa de Bolsonaro e críticas ao STF e ao governo Lula.