Da redação
A Corregedoria da Polícia Militar prendeu o soldado Bruno Carvalho do Prado, 36, réu pelo homicídio do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta, 22, em Campo Belo, zona sul de São Paulo. A prisão foi determinada pela juíza Luiza Torggler Silva, da 4ª Vara do Júri, após decisão do desembargador Euvaldo Chaib que negou habeas corpus à defesa.
Segundo a magistrada, Prado se envolveu em uma ocorrência de ameaça e lesão corporal contra sua mulher, relacionada à violência doméstica, que segue em investigação enquanto ele cumpria medidas cautelares. O policial foi detido na sede do Comando de Policiamento de Área Metropolitana 2 e, após registro no 27º Distrito Policial, encaminhado ao Presídio Romão Gomes.
O advogado João Carlos Campanini, responsável pela defesa de Prado e do outro policial militar envolvido, afirmou por mensagem que a acusação de violência doméstica “já foi arquivada” e que não houve concessão de medida protetiva. Campanini classificou a prisão como resultado de “meia informação enviada pela assistência da acusação aos autos visando vingança, não justiça”.
O processo também envolve o policial militar Guilherme Augusto Macedo, apontado como autor do disparo que matou Marco Aurélio. Ele responde em liberdade conforme recomendação da Polícia Militar, que sugeriu sua expulsão em relatório atualmente sob análise do Comando Geral.





