Covid: 170,1 milhões de brasileiros completam vacinação, 79,2% da população

Mais de 170,1 milhões de brasileiros completaram a vacinação contra a covid-19 | Imagem: Sandro Pereira/Fotoarena/Estadão Conteúdo

O Brasil conta com mais de 170,1 milhões de habitantes que completaram a vacinação contra a covid-19. Até o momento, 170.186.128 brasileiros se imunizaram com as duas doses ou com a dose única, o correspondente a 79,22% da população nacional. O levantamento foi feito pelo consórcio de veículos de imprensa integrado pelo UOL, com base nas informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Desde as 20h da última sexta-feira (2), quando o boletim de vacinação do consórcio de imprensa foi divulgado pela última vez, 988 pessoas tomaram a dose única e 321.307, as de reforço.

Devido a uma revisão nos dados da Bahia, o total de primeiras e segundas doses aplicadas em todo o país desde sexta ficou negativo: -3.480 e -2.078, respectivamente.

Ao todo, 180.827.513 brasileiros se vacinaram com a primeira dose, o equivalente a 84,17% da população do país. Já são 102.781.006 imunizados com a terceira e 28.474.611 com a quarta até aqui.

Quanto à vacinação infantil, 13.947.690 crianças entre 3 e 11 anos receberam a dose inicial, o que representa 52,78% da população desta faixa etária; 9.361.814 concluíram o ciclo vacinal (35,43%).

O estado de São Paulo apresenta a maior porcentagem de habitantes com vacinação completa: 88,03% da população local. Piauí (87,86%), Ceará (85,56%), Paraná (82,51%) e Rio Grande do Sul (81,08%) vêm a seguir.

Em termos percentuais, o Piauí lidera em relação à aplicação da primeira dose: 94,17% de seus habitantes. Na sequência, estão São Paulo (90,69%), Ceará (88,35%), Pernambuco (86,78%) e Paraná (86,72%).

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

Fonte: UOL