Da redação
As granjas avícolas comerciais de Goiás têm até o próximo sábado, 31 de janeiro, para enviar a Declaração de Biosseguridade à Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa). O documento, que deve ser preenchido pelo médico-veterinário responsável técnico (RT), deve ser inserido no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago).
A medida busca prevenir a entrada da influenza aviária de alta patogenicidade no estado, após a confirmação de um foco da doença em Mato Grosso e o registro de 42 surtos na Europa em apenas 14 dias. A apresentação da declaração segue normas do Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).
“O envio da Declaração de Biosseguridade fortalece as ações preventivas e garante que as granjas estejam em conformidade com as normas da Agrodefesa e do Mapa”, afirmou Rafael Vieira, diretor de Defesa Agropecuária da Agrodefesa.
Granjas que não enviarem o documento podem sofrer bloqueio do cadastro e ficam impedidas de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA). O responsável técnico também pode responder por falta ética, conforme o Código de Ética do Médico-Veterinário.
O modelo da declaração está disponível no site da Agrodefesa, na página do Programa Estadual de Sanidade Avícola (Pesa). Entre as exigências para o documento estão: instalação de telas de até 2,54 cm, cercas a cinco metros dos galpões, arco de desinfecção, controle de visitas, área externa limpa e plano de contingência sanitária, entre outros requisitos.






