Da redação
O empresário João Alves de Queiroz Filho, fundador da antiga Hypermarcas, atual Hypera Pharma, solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a repactuação da multa de R$ 1 bilhão prevista em seu acordo de colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), firmado em 2020.
Queiroz Filho, delator da operação Lava Jato, argumenta que o valor estabelecido para a multa é excessivo. Por conta disso, deixou de arcar com o pagamento previsto no acordo.
O pedido para revisar o montante foi encaminhado diretamente ao STF, que ainda deverá analisar a solicitação apresentada pelo empresário.
A colaboração premiada de Queiroz Filho foi uma das mais expressivas assinadas no âmbito da Lava Jato, envolvendo o compromisso bilionário com a Justiça.
O caso segue sob avaliação, sem data definida para decisão do Supremo sobre a possível repactuação do valor da multa.






