O Fluminense entrou em campo para fazer o 2o. clássico pelo brasileirão, desta vez contra o Vasco.
Antes do 1o. minuto, Acosta rouba uma bola no campo ofensivo, toca para Canóbio que faz 1×0.
O Fluminense assumiu o controle da partida, criava oportunidades sem conseguir ampliar o placar.
Numa dessas oportunidades, JK chutou da entrada da área, o goleiro rebateu, Savarino fez um cruzamento perfeito e Acosta de cabeça (?) mandou para as redes, gol invalidado porque Savarino estava 1 milímetro à frente, impedido.
O Vasco levava perigo pelo nosso lado direito em cima de Samuel Xavier, mas para nosso alívio Andrés Gomes foi jogar do outro lado, onde foi bem marcado por Renê.
Voltamos para o segundo tempo com Otávio, saindo Martinelli(febril).
O Fluminense continuou melhor e aos 7 minutos JK perdeu outra oportunidade num passe milimétrico de Acosta.
Aos 8 minutos Hércules chuta da entrada para fazer 2×0 numa triangulação perfeita do ataque.
Aos 13 minutos Fábio faz um milagre e salva o Fluminense, mas na sequência o Vasco diminui, numa falha de marcação que não tinha ninguém na cabeça da área.
O gol despertou o Vasco que se lançou ao ataque levando perigo a Fábio.
Aos 23 minutos entram Ganso e Castilo, saindo Acosta e JK.
Inexplicavelmente o Fluminense diminui o ritmo, e o Vasco passa a frequentar mais o nosso campo defensivo, o que pode colocar em risco a conquista dos 3 pontos.
Aos 34 minutos entram Guga e Serna, saindo Samuel Xavier e Savarino.
O castigo pelo recuo inexplicável veio aos 43 minutos quando o Vasco empata em mais um gol levado em jogada aérea na nossa área.
O Vasco toma conta da partida, e aos 49 minutos vira o placar em mais uma jogada aérea na nossa área.
Nos últimos 25 minutos o Vasco literalmente engoliu o Fluminense, contando com a luxuosa ajuda de todo nosso time que desiste de jogar antes do apito final.
É incrível a incompetência do nosso sistema defensivo que não cansa de levar gol em cruzamento aéreo na nossa defesa.
Incrível também como o time abdica de jogar quando está em vantagem no marcador, e com isso chama o adversário para nosso campo e claro, vai perder sempre que fizer isso.
Aliás, já tinha feito isso contra o Atlético/PR, mas conseguimos ganhar no final, o que talvez tenha encoberto os erros cometidos na partida.
Só resta corrigir os velhos erros, principalmente o posicionamento da defesa nos cruzamentos aéreos na nossa área.
Mas além disso, é necessário manter o ritmo até o apito final, não podendo recuar quando em vantagem no marcador.
Melhor em campo: Ninguém.
No próximo sábado as 18:30 horas receberemos o Atlético/MG buscando reencontrar o caminho da vitória.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor







