Da redação
A Justiça do Distrito Federal condenou, neste sábado (18/4), cinco réus envolvidos em um dos crimes mais brutais já registrados em Planaltina. Eles foram sentenciados pelo assassinato de dez membros de uma mesma família, em uma sequência de crimes violentos cometidos com extrema crueldade e organização criminosa. As penas somadas chegam a 1.252 anos de prisão.
O réu Gideon Batista foi condenado a 397 anos de prisão. Considerado o principal autor dos crimes, Gideon planejou as ações motivado por disputas ligadas à chácara das vítimas. Ele responde por homicídio triplamente qualificado, ocultação e destruição de cadáver, corrupção de menores, sequestro, extorsão mediante sequestro, associação criminosa, roubo, entre outros.
Horácio Carlos recebeu pena de 300 anos de reclusão. Entre os crimes cometidos, destacam-se homicídio quadruplamente qualificado, com agravante de a vítima ser menor de 14 anos, além dos mesmos delitos já listados, como ocultação de cadáver, corrupção de menores e fraude processual.
Carlomam dos Santos foi sentenciado a 351 anos. Ele também foi responsabilizado por corrupção de menores, sequestro, extorsão mediante sequestro, associação criminosa, roubo e ameaça com uso de arma.
Fabrício Silva Canhedo pegou 202 anos, por cinco homicídios, extorsão mediante sequestro, associação criminosa, roubo e fraude processual. Carlos Henrique Alves da Silva recebeu a menor pena, dois anos de prisão, por sequestro e cárcere privado.






