Da redação
O ministro Dario Durigan (Fazenda) reafirmou o compromisso do governo com a responsabilidade fiscal em entrevista à GloboNews, sem detalhar medidas para reduzir o déficit acumulado desde 2023. Ele atribuiu o crescimento da dívida pública aos juros, atualmente em 14% ao ano, segundo suas declarações.
Durigan e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não divulgaram propostas concretas para conter o déficit em eventual novo mandato. O governo evita apresentar planos específicos, apesar das cobranças sobre a necessidade de ajuste nas contas públicas.
O ministro negou que a gestão esteja avaliando a desindexação do aumento real do salário mínimo dos benefícios previdenciários ou alterações na regra de correção do piso salarial. Segundo Durigan, a definição de propostas para o equilíbrio fiscal pode ser adiada para depois das eleições.
O déficit fiscal se acumula desde 2023, elevando a dívida pública, conforme informado na entrevista. A ausência de medidas detalhadas para o ajuste das contas públicas persiste enquanto novas propostas aguardam definição no cenário eleitoral.





