Da redação
Eduardo Bolsonaro comemorou, nesta semana, a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações narcoterroristas. O parlamentar se manifestou em vídeo publicado nas redes sociais para repercutir a medida anunciada pelos EUA.
No vídeo, Eduardo afirma que a classificação deve dificultar as operações financeiras das duas facções. Segundo ele, com o novo status, a atuação delas poderá ser mais rigidamente combatida em âmbito internacional, especialmente em relação à circulação de recursos e atividades ligadas ao tráfico de drogas.
De acordo com o deputado, a equiparação das facções brasileiras a outros grupos considerados terroristas pode facilitar ações repressivas. “Eles vão poder ser combatidos igual Bin Laden era, ou seja, qualquer movimentação que tiver no exterior pode ser rapidamente bloqueada pelos Estados Unidos”, declarou Eduardo Bolsonaro em sua publicação.
O parlamentar destacou ainda o impacto esperado da medida sobre a colaboração entre as autoridades brasileiras e norte-americanas. Ele avalia que aumentarão as possibilidades de cooperação e troca de informações sobre atividades criminosas transnacionais, e que as facções poderão enfrentar mais obstáculos para atuar fora do Brasil.
Ainda conforme ele, a decisão norte-americana representa “um importante passo no combate ao crime organizado internacional”. O secretário de Estado dos EUA afirmou que a designação contribui para isolar financeiramente as facções e enfraquecer suas operações.
Segundo dados oficiais, o PCC e o Comando Vermelho são considerados duas das maiores organizações criminosas do Brasil, atuando em diferentes estados e expandindo suas redes para o exterior. A iniciativa dos Estados Unidos foi tomada em sintonia com esforços internacionais para enfraquecer estruturas do narcotráfico.





