Por Sandro Gianelli

A educação mundial passou por momentos bem difíceis durante os anos de 2020 e 2021, devido à pandemia da Covid-19.
Não importa se seu filho estuda numa escola pública ou particular, as condições educacionais tiveram que ser readaptadas.
Em 2022, com o avanço da maioria da população vacinada, inclusive as crianças, a expectativa de retorno presencial encheram de esperança alunos, pais e comunidade escolar.
Pena que no DF, a política, ou melhor, a politicagem queira atrapalhar esse retorno.
O sindicato dos professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) convocou os professores para uma assembleia-geral no dia 22/2, a partir das 9h30, na Praça do Buriti.
Não basta a pandemia, no primeiro ano com condições de retorno das aulas o sindicato quer tencionar. Será que pensam em fazer uma greve?
Por trás de tudo isso, temos as eleições de outubro. E no DF, entre os pré-candidatos que tentam ganhar a indicação interna do partido para concorrer ao GDF está a presidente do Sinpro-DF, Rosilene Corrêa.
Se quer ter o respeito da população do DF, Rosilene deveria se afastar do cargo para não parecer que está usando o sindicato em benefício de sua candidatura.
Essa tentativa de desgastar o governo, em ano eleitoral, após dois anos de pandemia não ajuda a ninguém.






